terça-feira, 22 de setembro de 2015

Roteiro para as entrevistas em Glaura

TÓPICOS DE INTERESSE
> mobilidade
>conectividade
>lazer para os diferentes públicos
>se a pessoa nasceu em Glaura ou se é de outro lugar
>o ofício dos entrevistados
>opinião das pessoas sobre a casa, rua e bairro (janelas)
>sobre a história dos entrevistados com Glaura
>sobre a história da cidade, entrevista com os experts
>se existe eventos e onde eles acontecem
>a relação entre as pessoas de Glaura e os outros subdistritos ou cidades vizinhas

QUESTIONÁRIO
> Breve apresentação
> Qual seu nome, idade e trabalho? Onde você mora? Onde trabalha? Qual sua rotina?
> Sempre morou em Glaura?
> Como é morar em Glaura? O que mais te chama atenção na cidade?(de bom e de ruim) Por que?
>Qual a sua relação com as cidades e subdistritos vizinhos?
>Os moradores costumam se reunir em alguma ocasião especial? Qual comemoração? Onde isso acontece?
> Teria algum lugar em que você gostaria de frequentar mais na cidade? Qual?
>Alguma coisa te encomoda em Glaura?
>Quais os lugares que você mais frequenta em Glaura? E nas cidades vizinhas? Como você se locomove até esses lugares?
> Reparamos no peculiar estilo da maioria das casas de Glaura com as portas e janelas que dão direto para a rua. O que você acha sobre isso?

Croquis da dinâmica



Croquis no contexto de Glaura



sábado, 19 de setembro de 2015

Entreatos e notas, pinturas de Rafael Zavagli

      Um artista que desenha paisagens, de pinceladas leves até mais pesadas, ele experimenta cores e faz de cada objeto separadamente uma paisagem. Paisagem dentro de paisagem, horizonte dentro de horizonte, tornam sua obra leve e fluida.


Esboço do Infográfico de Glaura


domingo, 6 de setembro de 2015

Complexo da Pampulha

Construída de 1942 a 1944, este projeto se concretizou devido ao período de grande modernização de Belo Horizonte. Houve mudanças no plano diretor a fim de reorganizar e permitir a expansão racional da cidade. O projeto, encomendado na época pelo então prefeito da cidade Juscelino Kubischek,  constava de cinco construções: um cassino, uma igreja, a casa de baile, um clube e um hotel(o único que não se concretizou). A Igreja São Francisco de Assis(igreja da Pampulha) é uma das grandes atrações. Têm seu projeto feito pelo arquiteto Oscar Niemeyer, projeto paisagista feito pelo Burle Marx e pintura de Cândido Portinari. O Cassino funcionou até 1946, quando o então presidente Eurico Gaspar Dutra proibiu os jogos em todo o território nacional. O Cassino passou a funcionar como Museu da Arte Moderna a partir de 1957. O Iate Tênis Clube foi um projeto destinado ao lazer e à prática de esportes para as famílias. Também teve a participação paisagística de Burle Marx. E por fim a Casa do Baile que foi construída sobre a ilha artificial ligada a orla apenas por uma ponte de concreto. Logo após a sua abertura a Casa do Baile virou palco de várias atividades artísticas até que em 1948 ela fecha suas portas. Somente em 2002 a Casa do Baile foi reaberta e, hoje em dia, abre discussões sobre Urbanismo, Arquitetura e Design.





Croquis Pampulha



sábado, 5 de setembro de 2015

04/09/2015 - CCBB - Exposição Leonilson: truth, fiction

Os brancos, essa primeira seção é o ápice da abstração. Ele trabalha com lona, feltro, voile, tecido de algodão e fios de seda  e demonstra todos os tipos de sentimentos com a estratégia de deixar grandes espaços em branco no centro e ao redor bordar as palavras com o intuito de ganhar força no contraste com o vasto vazio central.

As geometrias e as matemáticas, essa seção aparecem contas, números, figuras geométricas como o cubo, esfera, cilindro, cone. São usados ainda tecidos em preto e branco o que remetem ao concretismo paulistano.


As geografias, nessa seção Leonilson desenha e mostra o lado irracional das cidades em que viajou. Utiliza seus desenhos como forma de diário, desenha mapas que confundem-se com o corpo humano.


Os diários, esse tema abarca todos os outros temas. A parte que mais gostei da exposição foi os desenhos feitos por Leonilson para a Folha de S. Paulo. Nessa parte Leonilson faz grandes críticas ao dinheiro, ao capitalismo, a objetificação do corpo da mulher, ao mal planejamento urbano, as guerras, a hipocrisia das religiões e aos esportes que só servem como meio de movimentar dinheiro. Há quadros em que ele expõe seu íntimo monstrando ter paixões em outros lugares do Brasil.











A obra de Leonilson é literalmente seu diário, ele expõe sua subjetividade e a transforma em arte.

Desenhos feitos na EA