sábado, 31 de outubro de 2015

Performance realizada em Glaura



Vídeo de melhor qualidade no Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=UGV6EejLWH4&feature=youtu.be

A performance foi editada através do programa Adobe Premiere.

Objeto Interativo

A ideia do objeto interativo é que uma, duas, ou mais pessoas pudessem interagir com ele. O objeto em si é um cubo preto no qual possui em cada face duas caixinhas, uma vermelha e outra cinza, e cada caixinha possui 5 moedas. A ideia é que a pessoa ao interagir com o objeto feche o circuito encostando em uma moeda da caixinha vermelha e em outra moeda da caixinha cinza. Ao fechar o circuito uma série de palavras acendem, palavras que são relacionadas com Glaura. As palavras utilizadas no objeto foram: turismo, segurança, praça, paz, bares, casa branca, santa cruz, esgoto, banco da matriz, discussão, moradia, visitantes, transporte, trabalho, condomínio, igreja, união, festas religiosas, forró.
Materiais utilizados: duas baterias de 12V, 18 transístors, 40 jacarés, 40 moedas, 5 metros de fita de LED, material de acabamento em acrílico( 6 placas de 35x35cm), placas revestidas internamente e externamente por insulfilm G20, cartolina com as letras recortadas e vazadas, coladas nas placas e fiação.






terça-feira, 27 de outubro de 2015

Festival Indie de cinema

Eu consegui ver esses três filmes no Festival Indie de Cinema no Cine Belas Artes.

Filme: A Ilha do Milharal / 2014
Diretor: George Ovashvili
Nacionalidade: Geórgia, França, Alemanha, Casaquistão, República Tcheca
O filme é sobre um velho camponês e sua neta que se mudam para uma ilha a fim de plantar milho. Pelo fato de a região já ter sido cenário para diversas disputas, constantemente passam militares que ficam de vigia na região, tornando o filme tenso. O filme mostra o nascimento da ilha, o trabalho árduo do velho camponês e de sua neta para a construção de uma moradia e da produção do milho e, por fim, o filme termina com a dissolução da ilha por causa do aumento do nível do rio. O filme é angustiante já que desde o começo percebemos o esforço do camponês para construir e plantar e no final tudo se desfaz em poucos segundos, como se tudo tivesse sido em vão, porém, em seguida um novo camponês deixa claro que ele começará o mesmo processo repetindo assim o ciclo. O filme, no qual utiliza-se poucas palavras e é definido praticamente em ações braçais, mostra de forma sensacional o ciclo eterno da natureza e mostra como estamos vinculados a esse ciclo sem fim.

  


Filme: La La La At Rock Bottom / 2015
Diretor: Nobuhiro Yamashita
Nacionalidade: Japão
Shigeo sofre um espancamento após ser liberado da prisão e perde a memória. É acolhido por Kasumi, uma jovem apaixonada pelo mundo da música, que descobre por acaso que o desmemoriado é um cantor incrível. Ela vê nele uma chance de fazer sucesso e o apresenta para a banda que agencia. Uma comédia estrelada por Shibutani Subaru, vocalista da banda de sucesso Kanjani8. O filme trabalha com características predominantes da arte japonesa e tema de vários doramas japoneses: o fato de o protagonista ser pop (músico), junto com o estilo de comédia despretensiosa mas ao mesmo tempo efetiva, o que tornam o filme interessante. A principal música do cantor é abordada durante todo o filme, fazendo com que mesmo não sabendo ler e nem falar em japonês, qualquer pessoa sai do cinema cantando.

 



Filme: Asco / 2014
Diretor: Ale Paschoalini
Nacionalidade: Brasil
Um homem apaixonado presenteia sua namorada com um anel, mas ele não é correspondido. A partir desse momento o filme torna-se perturbado e o homem passa a planejar todo e qualquer tipo de "vingança" para poder amenizar seu sofrimento. O filme é de poucas palavras, é passado em preto e branco contrastando imagens superexpostas, com filmagem live action, possui vinhetas de animação combinadas com uma trilha sonora indie com alternância de música latina.

 


Croqui do local da intervenção

Praça das Mercês / Glaura / Ouro Preto / MG